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22/06/2011
Estudos, Artigos, Novidades - Análise Técnica
por Felipe Medeiros Postagens: 277
Boa tarde a todos!!

Estou criando este tópico para compartilharmos estudos empíricos ou quaisquer artigos, noticias, novidades a respeito da análise técnica!!

Sintam-se a vontade para comentar estratégias e operações deferentes em análise técnica também!!!

"Quanto mais nos elevamos, menores parecemos aos olhos daqueles que não sabem voar." (Nietzsche)
22/06/2011
Felipe Medeiros
Postagens: 277
Pra começar, vou postar esse artigo que encontrei hoje sem querer...

Os autores fizeram um estudo empírico a respeito dos efeitos de ex-dividendos, ex-juros, etc. no valor das ações!! É bem interessante e tem comprovações estatísticas...


Alguém já conhecia??

Grande abraço!!

"Quanto mais nos elevamos, menores parecemos aos olhos daqueles que não sabem voar." (Nietzsche)
27/09/2011
Felipe Medeiros
Postagens: 277
Matéria muito interessante publicada hoje no Valor Econômico. Boa leitura:


Ibovespa ou IBrX?

"Qual índice melhor retrata o mercado acionário brasileiro? Qual o mais adequado conceitualmente? A metodologia do Ibovespa pode gerar inconsistências? Como são compostas as carteiras desses índices? Há diferença significativa de desempenho entre eles?

Conceitualmente, o Índice Brasil (IBrX) é melhor do que o Ibovespa. O Ibovespa leva em conta a liquidez das ações para a composição de sua carteira. No IBrX, a liquidez também é condição para a seleção das ações, mas, além disso, a carteira é ponderada pelo valor de mercado. Assim, empresas com maior valor de mercado (número  de ações multiplicado pela cotação), considerando-se apenas o número de ações disponíveis no mercado (“free float”) tendem a apresentar maior peso no IBrX.  A metodologia de cálculo do Ibovespa pode gerar inconsistências. Imagine uma empresa que venha apresentando algum problema operacional. Neste caso, a liquidez das ações pode aumentar, pois os investidores tendem a se desfazer dos papéis. Com isso, apesar de começar a perder importância , a ação dessa companhia tende a ganhar peso no Ibovespa. No IBrX, como o valor de mercado diminuiria, o peso da ação no índice também cairia.

O Ibovespa é o índice mais conhecido da bolsa brasileira. A primeira carteira hipotética foi divulgada em janeiro de 1968. Não foi feito nenhum investimento adicional desde então, com a carteira sendo ajustada por proventos distribuídos pelas companhias (reinvestimento dos dividendos distribuídos, investimento com o valor apurado da venda de direitos de subscrição e manutenção na carteira das ações recebidas como bonificação).

A seleção das ações que vão integrar o Ibovespa é baseada no índice de negociabilidade onde se leva em conta o número de negócios e o volume financeiro de uma determinada ação em relação ao mercado total. Assim a liquidez é muito importante para a seleção de um determinado ativo e para o ranking dos ativos. As ações que compõe a carteira teórica do Ibovespa devem atender três condições: (i) estar incluída em uma relação de ações cujos índices de negociabilidade somados representem 80% do valor acumulado de todos os índices individuais; (ii) apresentar participação, em termos de volume, superior a 0,1% do total e (iii) ter sido negociada em mais de 80% do total de pregões do período.

Ações de companhias em recuperação judicial, processo falimentar, situação especial ou sujeitas a prolongado período de suspensão de negociação não entram na carteira.

As carteiras são revisadas quadrimestralmente para atender aos critérios. Cada carteira vale para os períodos de janeiro a abril, maio a agosto e setembro a dezembro.

A principal crítica feita ao Ibovespa é basear-se primordialmente na liquidez. Com isso surgem inconsistências em alguns momentos. Por exemplo, no início da década passada, a Embratel começava a ter seu modelo de negócios baseado em ligações de longa distância e transmissão de dados questionado. Com a desestatização do setor, havia uma demanda reprimida por telefonia fixa e celular que era atendida pelas demais “holdings” oriundas da Telebrás - Telesp, Brasil Telecom, Telemar, Telesp Celular e outras – , mas não pela Embratel. Além disso, a companhia não possuía o cadastro atualizado dos clientes (em poder das demais “holdings”) o que gerava dificuldades para a cobrança dos seus serviços de longa distância. E, por fim, novas tecnologias começavam a ameaçar os negócios da companhia como o VoIP (“voice on internet protocol”). Não tardou para o mercado penalizar as ações da companhia. Contudo conforme as ações eram vendidas, aumentava a liquidez das mesmas e, com isso, o peso das ações preferenciais de Embratel no índice. Em suma, enquanto as ações da companhia vinham perdendo importância junto aos investidores, o peso das ações no Ibovespa aumentavam. Outro caso interessante e que aconteceu recentemente foi o de Mundial, fabricante de alicates e tesouras. As ações da companhia ganharam volume significativo em um curto período de tempo sem razão aparente e começaram a surgir rumores de que as ações da companhia poderiam entrar no índice. Em 30 de dezembro de 2010, a ação preferencial de Mundial teve liquidez de R$ 179mil e em 11 de julho negociou R$ 333 milhões. Uma ação desconhecida poderia ter entrado no principal índice do mercado brasileiro de acordo com os critérios de inclusão, embora a BM&FBovespa pudesse alegar que se tratava de um caso especial. A Polícia Federal abriu inquérito para apurar se houve alguma irregularidade na negociação dos papéis.

O Índice Brasil (IBrX) é composto por 100 ações negociadas na BOVESPA em termos de número de negócios e volume financeiro. Para integrar a carteira, as ações devem atender os seguintes critérios: (i) estarem entre as 100 ações com maior índice de negociabilidade apurados nos doze meses anteriores e (ii) terem sido negociadas em 70% dos pregões nos doze meses anteriores. Após atenderem aos critérios acima, as ações são ponderadas levando-se em conta o valor de mercado das companhias, considerando-se apenas as ações negociadas no mercado, excluindo-se as pertencentes ao controlador.

A divulgação da carteira teve início em janeiro de 1997. A periodicidade de atualizações é igual a do Ibovespa.

Dada a dificuldade de montar uma carteira de 100 ações, a Bovespa criou o IBrX-50 que possui os mesmos critérios para a formação da carteira que o IBrX, mas que leva em conta apenas as 50 mais negociadas. O IBrX-50 começou a ser divulgado em janeiro de 2003.

Classifiquei os dois índices – Ibovespa e IBrX - por setores. Consideramos como empresas pertencentes ao setor de commodities não somente os setores de mineração, papel e celulose e óleo, mas também o petroquímico e o siderúrgico dada a dependência dos preços das commodities para esses setores. A conclusão é que os dois índices apresentam grande concentração em commodities – 46,3% no Ibovespa e 41,9% no IBrX. Pode se perceber que as ações de incorporadoras e shoppings tem um peso significativamente maior no Ibovespa que no IBrx – 9,0% versus 3,9%, respectivamente. Por outro lado, as instituições financeiras possuem peso no IBrX bem maior, 20,7% frente a 13,6% do Ibovespa.

 

 

 

 

 

 


Dado o forte peso das commodities o desempenho dos índices é bem similar. Em 2011, o Ibovespa apresenta queda de 23,2%; o IBrX, 19,0% e o IBrX-50, 21,3% até 23 de setembro. Em 2010, os desempenhos também foram parecidos – 1,0%, 2,6% e 0,8%, respectivamente.

 

 

 

 

 


Assim apesar de o IBrX e o IBrX-50 terem uma metodologia de cálculo mais apropriada por levar em conta o valor de mercado das companhias, o peso de cada setor não difere muito entre os índices dada a concentração em commodities, especialmente Vale e Petrobrás. Desta forma,  é praticamente indiferente montar  uma carteira Ibovespa ou IBrX. Essa característica faz com que o mercado acionário brasileiro seja visto pelos estrangeiros como uma bolsa de commodities o que aumenta a volatilidade da nossa bolsa, pois há uma grande concentração de ações cíclicas (veja post “As ações defensivas do Ibovespa”). Assim sejam bem-vindas as ofertas primárias de companhias voltadas para o mercado doméstico – varejo, infraestrutura - que possam diversificar as opções do nosso mercado acionário.

Até o próximo post. Valeu."


"Quanto mais nos elevamos, menores parecemos aos olhos daqueles que não sabem voar." (Nietzsche)
21/10/2011
Felipe Medeiros
Postagens: 277
Outra matéria importante publicada hoje no Valor. O cenário para o mercado de ações tem afastado muitas PFs, o que já causou uma redução de 7% das contas abertas e mais de 5 bilhões de reais resgatados de ações. Leiam a reportagem na íntegra, vale a pena:

Pessoa física bate em retirada

Por Luciana Monteiro | De São Paulo

A crise internacional e seus reflexos no Índice Bovespa estão fazendo os pequenos investidores baterem em retirada do mercado acionário neste ano. Dia após dia, as pessoas físicas vêm sacando mais dinheiro do que aplicando em ações. Dados da BM&FBovespa mostram que, no acumulado do ano, até o dia 18 de outubro, as pessoas físicas já tiraram R$ 5,440 bilhões, considerando as aplicações menos os resgates. A saída de recursos da pessoa física é a maior entre as seis categorias de investidores acompanhadas pela bolsa. Somente neste mês, o saldo das aplicações desse público em ações está negativo em R$ 407,452 milhões.

A retirada de recursos da pessoa física supera, em larga escala, a saída dos investidores estrangeiros. No ano, o saldo dos aplicadores internacionais também é negativo, mas o volume é bem menor - apenas R$ 972,510 milhões até dia 18. Em outubro, as saídas superam as aplicações em R$ 612,384 milhões.

Este tem sido um ano bem ruim, não só em termos de desempenho do Ibovespa, que acumula queda de 22,07% até ontem, mas em relação às incertezas no mercado. "E, quando há indefinição, a pessoa física fica arredia, assustada, e sai mesmo", diz Paulo Levy, diretor do home broker da Icap. "Já quando a bolsa está subindo, os pequenos investidores entram em peso em ações."

Os dados da BM&FBovespa mostram que o pico no número de contas de pessoas físicas, de 630.895, foi atingido em setembro do ano passado. Naquele mês, o Ibovespa registrou alta de 6,58%, aos 69.429 pontos. Isso significa que quem entrou naquele mês e aplicou nas ações da carteira teórica do índice está amargando hoje perda superior a 20%. Em setembro deste ano, o total de contas somava 593.311.

As aplicações olhando para o retrovisor também ficam claras ao observar o comportamento dos pequenos investidores em anos anteriores. Por exemplo, embalada pela alta de 43,65% do Índice Bovespa em 2007, a pessoa física entrou comprando fortemente no ano seguinte. Para se ter ideia, em 2008, o saldo desse público foi positivo em R$ 8,333 bilhões. Só que, naquele ano, depois da forte valorização, veio a crise das hipotecas de alto risco e o Ibovespa fechou em queda de 41,22%.

O investidor pessoa física vive muito de emoção: compra quando o mercado está em alta e vende se está em baixa, quando deveria, na verdade, fazer o inverso, resume Alvaro Bandeira, diretor da Ativa Corretora. "Se ele perde 40% na bolsa, por exemplo, vai ser no mercado acionário que ele vai recuperar esse valor; não adianta tirar o dinheiro e investir em juros que ele vai demorar anos para conseguir reaver o dinheiro", diz. O executivo reconhece, no entanto, que é difícil convencer o aplicador a comprar mais ações quando há perdas.

O mercado financeiro está muito difícil de ser operado até mesmo para os profissionais mais experientes, mas este não é o momento de sair, afirma Levy, da Icap. E, apesar de todo o trabalho educacional que as corretoras fazem com os pequenos investidores, muitos ainda esperam ganhos rápidos. "Os menos experientes estão saindo, enquanto os que têm mais conhecimento estão atuando hoje no curto prazo", diz.

Não por acaso, diante da volatilidade da bolsa, com fortes baixas e altas num curto espaço de tempo, as corretoras vêm buscando alternativas para atrair novos clientes, ou mesmo para manter os atuais. A saída para muitas delas tem sido oferecer operações mais sofisticadas, com potencial de retorno no curto prazo.

O investidor ainda não suporta volatilidade para baixo, só para cima, afirma Fernando Camargo, sócio da Orbe Investimentos. "Quando o preço das ações cai, cria-se uma oportunidade para comprar mais, mas a desvalorização acaba sendo um gatilho para a pessoa sair de bolsa", diz.

Mesmo com os resgates, é possível dizer que houve uma evolução no comportamento do investidor, pois, proporcionalmente, a saída é menor do que a verificada em 2002, quando a bolsa sofreu por conta dos temores com a eleição de Lula, ressalta Aquiles Mosca, estrategista de investimentos pessoais da Santander Asset Management. Em 2002, por exemplo, 10% dos aplicadores pessoa física deixaram a bolsa, enquanto neste ano saíram 7%.

A dúvida, algo extremamente comum em momentos de forte oscilação, deixa os aplicador muito inseguro. E, aí, ele não sabe muito como reagir e, na dúvida, resgata os recursos, conta o sócio da Orbe. "O investidor vê nos jornais a crise, conversa com amigos e, como se fala mais mal que bem nesses momentos, ele fica indeciso e acaba resgatando", diz Camargo.

O temor das pessoas físicas com o mercado acionário acaba trazendo impacto também para os institucionais. Nesse grupo estão fundações, seguradoras e fundos de investimento. Quando o investidor saca de suas aplicações, o gestor precisa vender os papéis para honrar os resgates. Os institucionais já retiraram R$ 1,439 bilhão no acumulado do ano e, no mês, o saldo está negativo em R$ 60,183 milhões até o dia 18.

Outro movimento bastante comum neste ano tem sido o resgate dos recursos de fundos de investimento para se proteger com a compra de um imóvel. "Com isso, o investidor resgata de um fundo de ações, por exemplo, cujos ativos estão baratos, para comprar o que está caro", diz Camargo, da Orbe.

Os ativos reais, como os imóveis, por exemplo, ganham um apelo gigantesco em momentos de incerteza. "As pessoas têm a tendência de procurar um retorno seguro, qualquer que seja, do que suportar a possibilidade de perda", afirma Ricardo Torres, professor de finanças da BBS Business School. A forte captação em CDBs, de R$ 81,526 bilhões no ano até o dia 11, também mostra que uma parte dos recursos que saíram de ações podem ter ido para esse tipo de investimento. Os fundos, por sua vez, registram ingresso de R$ 75,950 bilhões até o dia 14, enquanto a caderneta de poupança capta R$ 10,123 no ano até o dia 14.

Apesar de a saída de recursos da pessoa física ser alta, o movimento é irrelevante no que se refere à formação de preços dos papéis, diz Camargo, sócio da Orbe Investimentos. "O mercado [no que se refere à liquidez] continua sendo feito pelo investidor estrangeiro", afirma.

Com a queda da taxa de juros e se a situação lá fora se acalmar, os investidores devem voltar, avalia Levy, da Icap. "Estamos ganhando fatia de mercado, mas esse é um bolo que não cresce, o que é ruim."

Fonte: http://www.valor.com.br/impresso/acoes/pessoa-fisica-bate-em-retirada


"Quanto mais nos elevamos, menores parecemos aos olhos daqueles que não sabem voar." (Nietzsche)
27/10/2011
Sandrosc
Postagens: 340

Felipe,

Ótima seleção de artigos (reportagens). Agradeço a postagem.

Sandro



07/11/2011
Felipe Medeiros
Postagens: 277
Um pouco de análise fundamentalista e estatística não fazem mal a ninguém....

O PIB indica que a bolsa está atrativa

Qual a relação entre o valor de mercado da bolsa e o PIB? Hoje, a razão entre eles está no mesmo nível de 2005.

Há algumas medidas para se mensurar o valor da bolsa.

1)    Múltiplo P/L (preço por lucro) – É a métrica mais conhecida. O múltiplo P/L de uma ação individual é a divisão do seu valor de mercado (preço da ação multiplicado pelo total de ações) pelo lucro esperado da ação. Já o múltiplo da bolsa é a divisão da soma dos valores de mercado de todas as companhias pelo lucro agregado dessas companhias.

Como é difícil obter estimativas para todas as ações listadas, pode-se trabalhar com o P/L dos índices, como o do Ibovespa ou do IBrX-50. Para isso, basta calcular o P/L (preço por lucro) de cada companhia que compõe o índice e, em seguida, multiplicá-lo pelo peso que cada ação tem no índice. Somando-se esses resultados, chega-se, então, ao múltiplo P/L do índice.

O P/L representa o número de anos necessários para se obter o retorno do valor pago pela ação por intermédio dos lucros distribuídos desde que atendidas algumas premissas: todo o lucro seja distribuído aos acionistas, os resultados dos próximos anos sejam iguais ao do ano-base e o preço da ação não se altere.

2)    Análise “bottom up” – Nesse caso, calcula-se o potencial de valorização de cada ação que compõe o Ibovespa, comparando-se o preço atual com o respectivo preço-alvo. O potencial de valorização de cada ação, então, é multiplicado pelo peso que cada papel tem no índice. Somando-se os resultados, obtemos o potencial de valorização do índice.

3)    Razão do valor de mercado da bolsa sobre o PIB - É uma medida pouca usada no Brasil. Compara-se o valor de mercado da bolsa com o PIB. Há uma forte correlação entre esses dois indicadores, pois a bolsa costuma refletir a situação econômica do país. Enquanto o valor de mercado representa uma ideia de estoque, o PIB é uma medida de fluxo financeiro.

Analisando-se a relação entre o valor de mercado da Bovespa e o PIB no período entre dezembro de 1994 e setembro de 2011, chegou-se ao coeficiente de determinação, indicado por R2, de 0,88 – quanto mais próximo de 1, mais forte uma variável explica a outra.

 

 

 

 

Em 2007, quando a razão atingiu seu pico, o valor de mercado da bolsa foi equivalente a 93,1% do PIB. Com a crise das hipotecas em 2008, esse indicador caiu para 45,4%, número similar ao do início da série em 1994. Houve recuperação em 2009. Contudo, a relação em setembro de 2011 já havia retrocedido para 53,7%, mesmo indicador de 2005. O PIB de setembro de 2011 representa a soma dos PIBs dos 12 meses anteriores.

Por essa medida, a bolsa brasileira encontra-se atrativa. É lógico que não podemos utilizar apenas essa métrica para a tomada de decisão de investimento, pois há imperfeições. Por exemplo, a partir de 2004, aumentou o número de companhias listadas, mas não necessariamente na mesma proporção que o crescimento das empresas na economia. Contudo, apesar das deficiências, é mais uma medida que deve ser observada.

Até o próximo post. Valeu.



Fonte: http://www.valor.com.br/valor-investe/o-estrategista/1083850/o-pib-indica-que-bolsa-esta-atrativa


"Quanto mais nos elevamos, menores parecemos aos olhos daqueles que não sabem voar." (Nietzsche)